
Os Baluartes
Santos da Igreja cujos ensinamentos guiam o nosso caminho de santidade no carisma de acolher, amar e não julgar.
O papa do amorSão João Paulo IIConhecer
A vocação do amorSanta Teresinha do Menino JesusConhecer
A simplicidade que acolheSão Francisco de AssisConhecer

Baluarte da comunidade
São João Paulo II
O papa do amor
“O homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si próprio um ser incompreensível e a sua vida é destituída de sentido, se não lhe for revelado o amor.”
- Nascimento
- 18 de maio de 1920Wadowice, Polônia
- Falecimento
- 2 de abril de 2005Vaticano
- Canonização
- 27 de abril de 2014pelo Papa Francisco
Quem foi
Karol Józef Wojtyła perdeu cedo a mãe, o irmão e o pai. Foi operário, ator de teatro e estudou em segredo para ser padre durante a ocupação nazista da Polônia. Bispo e cardeal de Cracóvia, foi eleito Papa em 1978 e conduziu a Igreja por mais de 26 anos. Pregou incansavelmente sobre a dignidade da pessoa e sobre o amor, de “Amor e Responsabilidade” à Teologia do Corpo, e instituiu o Domingo da Divina Misericórdia.
Os milagres
Para a beatificação, em 2011, foi reconhecida a cura da Irmã Marie Simon-Pierre, religiosa francesa que sofria do mal de Parkinson. Para a canonização, a cura de Floribeth Mora Díaz, da Costa Rica, de um aneurisma cerebral, ocorrida no próprio dia da beatificação do Papa.
Para nós, na Porta do Céu
Aprender o Amor
São João Paulo II é o nosso baluarte porque pregou o Amor. Chamado de “papa do amor”, deixou ensinamentos imensos sobre amar de verdade: o amor que se doa, que respeita e que revela a cada pessoa quem ela é. É por essa veia do seu pensamento que ele forma o nosso modo de amar.

Baluarte da comunidade
Santa Teresinha do Menino Jesus
A vocação do amor
“Enfim encontrei a minha vocação: a minha vocação é o Amor!”
- Nascimento
- 2 de janeiro de 1873Alençon, França
- Falecimento
- 30 de setembro de 1897Lisieux, França
- Canonização
- 17 de maio de 1925pelo Papa Pio XI
Quem foi
Teresa Martin, a caçula de uma família profundamente cristã, entrou no Carmelo de Lisieux aos 15 anos e ali viveu escondida, no silêncio do convento, até morrer de tuberculose aos 24 anos. Por obediência, escreveu as memórias que se tornaram a “História de uma Alma”, onde ensina a sua “pequena via”: chegar a Deus pela confiança e pelo amor nas coisas pequenas. É padroeira das missões e foi proclamada Doutora da Igreja por São João Paulo II, em 1997.
Os milagres
Para a beatificação, em 1923, a Igreja reconheceu a cura da Irmã Louise de Saint-Germain, de uma úlcera no estômago, e a do seminarista Charles Anne, de uma tuberculose pulmonar avançada. Para a canonização, foram reconhecidas as curas de Gabrielle Trimusi, na Itália, e de Maria Pellemans, na Bélgica, ambas consideradas inexplicáveis pela medicina.
Para nós, na Porta do Céu
O amor no simples
Santa Teresinha nos ensina a vocação do amor: amar no simples, nos pequenos atos de cada dia, e viver tudo por amor. Com ela aprendemos que a santidade não está nos grandes feitos, mas no amor colocado em cada gesto escondido. É assim que queremos amar na Porta do Céu.

Baluarte da comunidade
São Francisco de Assis
A simplicidade que acolhe
“Quando eu estava em pecado, parecia-me muito amargo ver os leprosos. E o próprio Senhor me conduziu entre eles, e usei de misericórdia para com eles.”
- Nascimento
- 1181 ou 1182Assis, Itália
- Falecimento
- 3 de outubro de 1226Assis, Itália
- Canonização
- 16 de julho de 1228pelo Papa Gregório IX
Quem foi
Filho de um rico comerciante de tecidos, Francisco sonhava com glórias de cavaleiro. Depois de ser prisioneiro de guerra e adoecer, converteu-se: abraçou um leproso, ouviu de Cristo, na igrejinha de São Damião, o pedido de reconstruir a sua Igreja, e renunciou a todos os bens diante do bispo de Assis. Viveu na pobreza e na alegria, fundou a Ordem dos Frades Menores e, dois anos antes de morrer, recebeu os estigmas no Monte Alverne.
Os milagres
Foi canonizado menos de dois anos após a morte, diante da fama de santidade e dos numerosos milagres e curas relatados junto ao seu túmulo, examinados a pedido do Papa Gregório IX. Em vida, os estigmas, as chagas de Cristo em seu corpo, foram o sinal mais conhecido da sua união com o Senhor.
Para nós, na Porta do Céu
Despojar-se para acolher
Além do amor, São Francisco nos traz a simplicidade: despojar-se de tudo para viver só para Cristo. Ele, que abraçou o leproso que antes lhe causava repulsa, é um grande exemplo do nosso carisma vivido por inteiro: acolher, amar e não julgar.